
Associações e IPSS falam em “financiamento insuficiente”, burocracia “excessiva” e uma “lógica institucional” que vai contra os princípios da reforma da saúde mental em Portugal

Associações e IPSS falam em “financiamento insuficiente”, burocracia “excessiva” e uma “lógica institucional” que vai contra os princípios da reforma da saúde mental em Portugal