Ministra do Ambiente vê capacidade de “influenciar por dentro” a REN com a aquisição de 13,7% do capital

Detalhou ainda que o regresso do Estado à REN, com a compra de 13,7% do capital, foi intenção primária de Luís Montenegro, ainda em 2024, e que a visita à China em 2025 foi determinante. “Negociou-se com atores de grande capacidade”, confirmando conversas com o Governo chinês antes da compra da posição detida pelo empresário espanhol dono da Zara.

Maria da Graça Carvalho avaliou a participação do Estado na REN como sendo uma “questão de soberania e segurança nacional”. Deixou uma crítica implícita a privatizações anteriores, lembrando que Portugal “é exceção na Europa” porque tinha operadores da eletricidade e do gás “totalmente privados.”

Luís Montenegro, primeiro-ministro, tinha salientado há três semanas a “oportunidade”, mencionando que pode dar benefícios económicos futuros, além de “chegar mais facilmente a casa das pessoas e poder vir a reduzir o custo da eletricidade.”

A integração da REN no Fundo Soberano Nacional foi a primeira medida prática desse mesmo fundo, que tem ouvido críticas acérrimas da Iniciativa Liberal. PS questionou a intenção da decisão e a operacionalização da estratégia. Livre, PCP e Bloco de Esquerda tinham essa meta estabelecida em programas eleitorais.

Fonte: www.dn.pt

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