A receita acumulada da Apple nos nove meses foi de 364,357 mil milhões de dólares (316,1 mil milhões de euros), um aumento de 16% relativamente ao ano anterior, impulsionada principalmente pelas vendas do iPhone, seguida pelo segmento de serviços, anunciou a empresa.
O CEO da Apple, Tim Cook, destacou que, no último trimestre, a tecnológica registou um crescimento de dois dígitos nas vendas de iPhone, Mac e serviços, bem como em todos os seus mercados geográficos.
Cook participará ainda hoje na sua última teleconferência de resultados antes de passar o comando da empresa a John Ternus, a 01 de setembro, e espera-se que apresente previsões para o ano fiscal completo.
No último trimestre, o mais acompanhado por analistas e investidores, a Apple reportou um lucro líquido de 29,789 mil milhões de dólares (aumento de 27% face ao ano anterior) e receitas de 109,419 mil milhões de dólares (aumento de 16%), segundo o comunicado.
A margem bruta atingiu os 50,1%, impulsionada por um impacto positivo de aproximadamente dois pontos percentuais proveniente dos reembolsos de tarifas, em resultado da alteração da política comercial norte-americana.
Por segmento, a receita do iPhone atingiu 54,252 mil milhões de dólares (aumento de 22%), a dos serviços, 30,739 mil milhões de dólares (aumento de 12%) e a dos computadores Mac 10,352 mil milhões de dólares (aumento de 28%).
“Estamos muito satisfeitos com os nossos resultados comerciais para o trimestre de junho, com um lucro por ação e um cash flow operacional recorde”, disse o diretor financeiro Kevan Parekh.
Parek afirmou ainda que a base instalada de dispositivos, que se refere aos produtos Apple atualmente em uso, atingiu um recorde histórico em categorias e mercados geográficos importantes.
A Apple continua a ter as suas maiores vendas nas Américas, representando quase metade do total, seguidas pela Europa, China, Ásia-Pacífico e Japão.
Os números do segmento dos serviços ficaram aquém das previsões dos analistas e os investidores reagiram negativamente à divulgação dos resultados, com as ações da Apple em queda.
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