Numa nota enviada à agência Lusa, o PS manifesta pesar pela morte de Eugénio Fonseca, uma «personalidade de reconhecido mérito no trabalho social, no voluntariado e na defesa de uma sociedade mais justa, solidária e humana».
«Com a morte de Eugénio Fonseca, Portugal perde uma voz e uma presença profundamente comprometidas com a solidariedade e com a dignidade humana», pode ler-se.
Os socialistas lembram que o presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado «dedicou a sua vida ao serviço dos outros», assumindo um papel de particular relevância na Cáritas Diocesana de Setúbal e na Cáritas Portuguesa, que presidiu durante mais de duas décadas.
«O seu percurso ficou marcado por uma permanente atenção aos mais pobres, aos mais frágeis e a todos aqueles que, em diferentes circunstâncias, mais precisavam da solidariedade da comunidade», enaltece o partido liderado por José Luís Carneiro.
O PS considera que Eugénio Fonseca «deixa um legado de dedicação ao bem comum e um exemplo de serviço aos outros que merece ser reconhecido e preservado».
«O Partido Socialista endereça à sua família, aos seus amigos e a todos aqueles que com ele partilharam o caminho da bondade, as mais sentidas condolências», conclui.
O presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado morreu hoje aos 69 anos, anunciou o cardeal D. Américo Aguiar, bispo de Setúbal.
Segundo informação divulgada no ‘site’ do Instituto Diocesano de Formação Cristã, Eugénio José da Cruz Fonseca nasceu em Setúbal em 1957 e licenciou-se em Ciências Religiosas pela Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa.
Era casado e tinha dois filhos.






