“O ataque ficou contido à parte administrativa e não chegou a nenhum sistema público de fornecimento de água”, afirmou aos jornalistas Maria da Graça Carvalho.
O ciberataque, confirmou, aconteceu na sexta-feira passada e afetou várias empresas do grupo Águas de Portugal, que contactaram a Polícia Judiciária e outras entidades ligadas à cibersegurança.
“Quando se soube já estava praticamente resolvido, pelo menos na questão de estar tudo contido, de ser só a parte administrativa que tinha sido abrangida”, referiu a ministra.

O ataque foi dirigido aos sistemas de informação do grupo, provocando condicionalismos temporários em processos administrativos e nos canais de contacto com clientes e parceiros em algumas empresas.




